A diferença principal é matéria-prima x produto final desenvolvido para uma aplicação específica.
Óleo básico
É a base da formulação, ou seja, uma das principais matérias-primas para fabricar um lubrificante.
Ele ainda pode precisar receber:
- Pacote de aditivos, com;
- Melhoradores de viscosidade;
- Antioxidantes;
- Antidesgaste;
- Detergentes e dispersantes;
- E outros conforme a aplicação.
Então, óleo básico sozinho não é necessariamente o lubrificante pronto ideal para colocar no motor ou equipamento.
Lubrificante pronto para uso
O óleo é um lubrificante formulado. A partir de óleos básicos selecionados, são adicionados aditivos em proporções específicas para atingir determinada performance.
Por exemplo, um óleo para motor precisa cumprir características como:
- Viscosidade correta;
- Proteção contra desgaste;
- Resistência à oxidação;
- Limpeza do motor;
- Controle de depósitos;
- Proteção em diferentes temperaturas;
- Aprovações e especificações exigidas pelos fabricantes.
Uma forma simples de explicar:
Óleo básico é como a farinha. O óleo lubrificante pronto é como o pão.
A farinha é uma matéria-prima importante, mas não basta ter uma boa farinha para garantir um bom pão. A receita, os outros ingredientes, a qualidade deles e o processo fazem toda a diferença.
Da mesma forma, não basta olhar apenas para o óleo básico. No lubrificante que o cliente vai utilizar, o que importa é o conjunto: qualidade da base + tecnologia dos aditivos + formulação + desempenho comprovado para aquela aplicação.
O óleo básico é o ponto de partida. O desempenho que chega até o seu equipamento depende da tecnologia aplicada na formulação do lubrificante.
Isso também ajuda bastante quando o consumidor compara “óleo é tudo igual” ou olha apenas o preço da matéria-prima versus o valor do lubrificante pronto.
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